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COLASTRINA

by CARLOS paiva (2018-02-01)

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Colágeno – Tudo o que você precisa saber!

 

A) Alimentos que diretamente contêm colágeno

 

B) Alimentos que estimulam a produção de colágeno

 

Alimentos naturais que proporcionam benefícios em relação ao Colágeno

 

Propriedades do colágeno

 

Benefícios de tomar colágeno

 

Efeitos da falta de colágeno

 

Pensamento inicial sobre o colágeno

Para a imensa maioria dos cidadãos, ouvir ou ler o termo colágeno supõe colocar em marcha um automatismo mental mediante o qual o associar-se de forma quase indissolúvel ao setor de produtos cosméticos e sua grande aplicação em tratamentos estéticos amplamente promovidos pela comunidade científica e da indústria Farma-cosméticos.

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Colágeno em cosméticos Partindo essa aparente superioridade que justifica a enorme popularidade adquirida por colágeno no conjunto da sociedade, este post pretende-se descrever circunstanciadamente e com uma clara vocação técnica, o que representa a onipresença do colágeno na biologia do reino animal, do qual somos partícipes.

 

O colágeno é uma substância natural que, em chave bioquímica, está enquadrada em um grupo de princípios imediatos conhecidos como proteínas e cuja génese tem um importante papel no corpo humano, o que lhe reserva, como se explicará mais adiante, cuidadosamente, uma função transversal baseada na manutenção de um amplo repertório de tecidos.

 

Fibras colágenas elásticas e flexíveis

Para ser conscientes da verdadeira relevância que possui colágeno na natureza, basta dizer que é mais do que 25% do conjunto proteico do organismo dos animais mamíferos, superando largamente o resto de moléculas deste grupo molecular.

 

Colágeno propriedades

Sua maior singularidade, à margem desse fator meramente quantitativo, está na sua capacidade de criar uma estrutura muito agarrada à base das chamadas fibras colágenas, formações macromoleculares dotados de uma extraordinária combinação de elasticidade e flexibilidade que torna esta proteína, o alimento ideal para manter a integridade dos elementos teciduais espalhados pelas diferentes regiões anatômicas, com especial destaque para a pele, articulações, ossos, músculos e tendões, e sendo, em geral, a substância mais importante do tecido conjuntivo.

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Ao longo deste post analisaremos em profundidade:

As entranhas da composição química dessas fibras colágenas, formados fundamentalmente por umas células constituintes do tecido conjuntivo conhecidas como fibroblastos.

O processo de síntese bioquímica dos organismos multicelulares do reino animal.

Os elementos que favorecem a formação do colágeno endógeno, que são de capital importância para manter o equilíbrio da composição química do organismo.

Naquelas situações, que podemos chamar de aberrações, em que a síntese de colágeno se desvia dos padrões naturais e dá lugar a patologias cujas consequências serão descritos em detalhe.

Quais são os tipos de colágeno presentes na natureza e a implicação biológica de cada um deles.

Culminaremos esta exposição com um generoso análise das fontes de colágeno natural, claro, todas elas de origem animal, dedicando uma seção para as circunstâncias que rodeiam o mal chamado "colágeno vegetal"

 

O que é o Colágeno?

A propaganda lançada pela indústria do setor cosmético é realmente importante na promoção de toda a sorte de produtos cujo reclamação é o colágeno, em suas várias versões: colágeno hidrolisado, o colágeno concentrado em alimentos, em cápsulas ou comprimidos, para uso tópico, associado ao magnésio ou silicone... em suma, todo um universo da beleza e da juventude, que solta as ilusões daqueles que vivem ligados ao culto de uma pele lisa e isenta de sinais de envelhecimento. Mas, realmente, o sabemos ao certo o que é o colágeno?

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COLÁGENO

 

Como se dizia a propósito da introdução deste post, falamos de uma das proteínas mais abundantes nos tecidos animais, constituinte do que poderíamos denominar a arquitetura do organismo.

 

Se fizermos um passeio pela anatomia do corpo humano, poderemos fazer-nos eco do importante papel que o colágeno, agrupados os diferentes tipos de moléculas das fibras colágenas, que atua como matriz extracelular para o preenchimento dos espaços deixados entre as células da pele, que representa as três quartas partes de sua composição química, os tendões e os ligamentos, que basicamente pode-se dizer que "são colágeno" por ser este o 90 % de sua existência, da córnea, onde atinge 64 %, de cartilagem, cuja metade é colágeno do osso cortical (23 %), a artéria aorta e outras artérias principais (12 %), pulmão (10 %) ou do fígado, onde representa 4 %, basicamente localizado no chamado emitindo ramificações hepático.

 

Colágeno o adesivo do corpo

Metaforicamente pode-se considerar o colágeno, como o adesivo ou o cimento do corpo, uma espécie de argamassa que mantém coeso o tecido de um tecido, sem cuja presença seria frágil e facilmente disgregable.

Essa função é realizada através de diferentes tecidos conectivos, todos eles, variantes de um tecido primário conhecido como conjuntivo: osteo-tendinoso, cartilaginoso, muscular, ligamentar, cutâneo e adiposo, que seriam os seus principais protagonistas.

 

Colágeno ossos

Sem essa participação do colágeno como matriz de suporte não é possível conceber o corpo humano ou de um animal qualquer, tal como o concebemos, abrangendo um conteúdo de tamanha envergadura e morfologia tão díspar, à margem da impossibilidade que acarretam para manter esse equilíbrio vital hídrico que garante a pele.

 

Em consequência, ao colágeno, devemos atribuir-lhe a missão estratégica de preservar a firmeza e a integridade física de tecidos, órgãos, aparelhos e sistemas, assim como um estado adequado de hidratação. Para desenvolver tão elevada tarefa, as fibras colágenas são associados a uma ampla gama de substâncias, tanto orgânicas como minerais, e sob formas tanto mecânicas como químicas, dando lugar a efeitos determinantes na malha dos tecidos em função do diâmetro das fibras envolvidas em cada caso e de sua disposição espacial no interior dos tecidos.

 

Suplemento de colágeno

Tudo isso, sem outro propósito inicial que zelar pela saúde, pode ser considerada uma razão mais do que suficiente para nos empenhar em garantir ótimos níveis desta proteína no organismo, pois isso dependerá em boa medida o correto funcionamento de uma extensa

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Amostra do mesmo. Às vezes, para garantir estes níveis é necessário recorrer a suplementos de colágeno. (Para os que desejam obtê-los: deixamos um link onde comprar colágeno em HSN)

 

Colágeno se perde com a idade

Mas na linha do que acontece com muitos outros componentes e muitas outras funções vitais, essa capacidade inerente ao corpo humano de produzir colágeno endógeno parece sensivelmente prejudicada com o decorrer da idade, impondo-se, em alguma fase da vida, variável de acordo com as pessoas, a necessidade de contar com aportes externos que mitiguem na medida do possível, essa perda de presença estratégica do colágeno lá onde sua atuação é demandada.

 

Quando isso acontece, pode falar-se de um evidente ponto de inflexão que marca o início de manifestações pseudoteológicas indicadoras de uma certa perda da funcionalidade dessas áreas sobre as quais o colágeno projeta um efeito crucial, o que, naturalmente, começam a envelhecer podendo resultar posteriormente em sérias anomalias que entram de cheio no terreno da patologia.

 

Mas em que idade se começa a perder colágeno?

Esse declínio no ritmo da síntese autónoma de colágeno pelo organismo, se bem que, como é lógico, tratando-se de um fato biológico, não tem um limite estrito, tem tendência a se iniciar nas primeiras idades, não mais, além dos 30 – 35 anos, o que será o momento a partir do qual devemos questionar em que medida intervimos, com os recursos que a alimentação, a ciência médica e cosmética, colocam ao nosso alcance, para amortecer esse progressivo déficit de colágeno.

 

Perda de colágeno

O esperado, segundo testemunham solventes estudos realizados a respeito, é uma diminuição da capacidade sintética em torno de 1 % anual, uma vez fora da barreira dos 40, percentagem que se eleva em até 30% a partir dos 70 anos.

 

Não obstante, estes valores devem ser interpretados como uma chave de normalidade fisiológica, pois determinadas situações são capazes de intensificar esse ritmo levando a uma degradação precoce, como é o caso do climatério em mulheres ou o abuso da prática esportiva ou exercício físico, a obesidade ou sedentarismo em ambos os sexos.

 

Esta paulatina evolução, o que consequências podemos esperar? Sem intenção de esgotar o catálogo figuram estas:

 

Formação do Colágeno

O momento mais crítico na formação de colágeno coincide com as fases de sono, existindo um pico de produção na primeira parte do mesmo, momento de relaxamento do organismo. Na mesma estão envolvidos:

 

A suficiente provisão de nutrientes necessários para que as células encarregadas desta tarefa, os fibroblastos, possam levar a cabo a sua função.



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