Reader Comments

Dicas Para Obter Voos Mais Baratos

"Paulo Isaac" (2018-02-06)

 |  Post Reply

Jardins murados, regulação de proteção de fatos, privacidade e infraestrutura são alguns dos focos que a websérie Xploit: Web Perante Ataque discute em seis capítulos. Produzida pelo coletivo Actantes e a TVDrone, o documentário perpassa todos os focos que exercem sentido para uma rede democrática. Todos os episódios estão disponíveis no YouTube (a série completa está no canal da TVDrone).


Os capítulos são curtos, de 10 a quinze minutos qualquer um. Advogados, ativistas, desenvolvedores e sociólogos são entrevistados pra debater os tópicos. Entre os membros, estão Richard Stallman, cocriador do Gnu, o sistema operacional livre fundamentado em Unix, a ativista Sacha Costanza-Chock, que conta como o Twitter surgiu, Carla Jancz (desenvolvedora) e Esther Solano (cientista social). O capítulo 1, Democracia Hackeada, trata de que forma as limitações da rede sugestionam a independência do cidadão no Brasil. A segunda cota, chamada de Força Bruta, descreve como os ativistas e movimentos sociais ligados à rede sofrem perseguição.


Depois, a websérie, no capítulo 3, discute a infraestrutura, quase toda ela dependente de cabos que passam pelos Estados unidos. A websérie encerra com Resistência, que mostra como os usuários estão enfrentando as restrições e brigando por direitos individuais e na liberdade na rede. Dirigida por Fabrício Lima, XPloit: Internet Perante Ataque ganhou em novembro o Rio WebFest 2017, na classe Melhor Série de Documentário. Essa premiação abriu uma esperança pra equipe do documentário, que tem planejado uma segunda temporada.


Sem verba e sem regresso financeiro, a vitória pode ser a expectativa para o projeto prosseguir. Pra expressar a respeito do documentário, os assuntos discutidos na obra e web, o Canaltech falou o diretor Fabrício Lima. O papo está a seguir. Canaltech: É possível ter controle total da web? Fabrício Lima: Não acredito que seja possível uma única escola ter controle total a respeito da internet, mas, pensando em um consórcio de corporações, esse caso é perfeitamente possível e até possível. CT: Qual sua avaliação do Marco Civil? FL: O Marco Civil como foi concebido foi alguma coisa excepcional.


  1. 14 de vinte e dois pessoas acharam isto útil

  2. É de inteira responsabilidade do USUÁRIO

  3. Telefonia Móvel

  4. 14 de janeiro de 2018 - 09:06 Organizações que aderiram ao novo Refis necessitam R$ um,dezoito bilhão

  5. Família Digital - Blue (Viacabo)

net tv https://www.nethd.com.br/nettv

Não me recordo de nenhum precedente aproximado no universo. Abriu-se uma plataforma colaborativa em que o público, o privado e o estatal, equilibravam tuas demandas e ressalvas para desenvolver este projeto. De uma forma muito singular, você conseguiu carregar a comunidade civil para auxiliar ativamente pela construção dele, qualquer coisa incomum pela democracia representativa em que você simplesmente delega a um indivíduo com mandato a estipular os regulamentos e decidir pra você. CT: Por que você acredita que há tanta resistência a ele? FL: Ele acabou sendo a melhor possibilidade possível no ponto de visão do usuário e, dessa forma, chegou a ser elogiado por instituições de defesa das liberdades civis universo afora.


Talvez por conta disso ele tenha localizado tanta resistência, principalmente no Legislativo. No momento em que ele foi para votação, o Legislativo tentou pôr 42 emendas para substituir o texto que foi concebido por essa plataforma e atender interesses de lobistas. Me lembro que, mesmo não ganhando destaque pela mídia, a mobilização da sociedade civil foi fundamental para que esses interesses não acabassem "dando uma rasteira" nos usuários.


CT: Net combo nethd.com.br O Marco Civil está sob ameaça? FL: Com toda certeza. A começar pelo fato de que muitos dos dispositivos do Marco Civil foram protelados para serem regulados por futuras leis complementares, como é o caso da nova Lei de Direitos Autorais. Sem pronunciar-se que o Legislativo brasileiro tem uma tradição de projetar aberrações legais, o que podes perfeitamente cobiçar atropelar os critérios legais do Marco Civil sem a menor cerimônia.


Em tal grau a Câmara como o Senado neste momento têm um leque de projetos bizarros que atacam desde as liberdades civis até os direitos do usuário como consumidor tramitando em diferentes etapas no Congresso. Algumas estão dormentes, outras nem sequer tanto. CT: No fato do Marco Civil, como você avalia os bloqueios ao WhatsApp?


FL: É um absurdo. Primeiro, em razão de o texto do Marco Civil só prevê um eventual bloqueio Net tv de uma aplicação no momento em que essa viola os direitos dos usuários no que diz respeito à coleta de fatos pessoais. CT: Qual o risco de dependermos de uma infraestrutura concentrada nos Estados unidos? FL: O amplo problema aqui é a tradição intervencionista dos Estados unidos. Aproveitando a chance, visualize assim como esse outro web site, trata de um assunto relativo ao que escrevo neste post, podes ser vantajoso a leitura: simplesmente clique no seguinte página da web.


Desde o século dezoito, os Estados unidos não acumulam nem sequer duas décadas sem se envolver em conflitos externos direta ou indiretamente. Os EUA assim como costumam tentar interferir a todo o momento nas políticas de Estado ou nas relações de comércio em outros continentes de alguma forma. O universo usa majoritariamente sistemas operacionais Windows, nossas contas de e-mail estão hospedadas no Google, nossos websites hospedados em servidores dos EUA. Em 2013, Edward Snowden adquiriu as manchetes denunciando que cidadãos, corporações e até governos de todo o mundo estavam grampeados "até a testa" e em dúvidas que nada tinham a visualizar com as chamadas políticas antiterrorismo todavia, principalmente, comerciais.



Add comment