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Várias Notas Sobre o Zenfone 2

"Pedro Joao Pedro" (2018-03-06)

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memoria servidor 4gb

No dia do lançamento do Zenfone dois no Brasil publiquei uma analogia fácil pra explicar a minha maior bronca com o celular da Asus: ele é grande e pesado, com a intenção de, para mim, tornar-se incômodo. É um problema, no entanto um dos poucos desse que, em outros aspectos, é um incrível mecanismo. Seria honesto, visto que, aproximar-se o lado afirmativo do Zenfone 2. É o que farei neste local, agora, antes de mandá-lo ao ganhador do primeiro concurso cultural do Manual do Usuário — grato, Guilherme!


Por este patamar temos o Moto X do ano passado (2ª formação), o G3 e alguns aparelhos mid-range atuais, como o Idol 3, da Alcatel Onetouch; e, em promoções, os recém-lançados Xperia M4 e Moto X Play. A Asus se destaca nesse exército de bons intermediários na RAM. É memória de sobra, o que garante ao Android uma desenvoltura única ao lidar com a multitarefa.


Apps ficam por mais tempo na RAM, o que faz com que o "retorno" a eles seja instantâneo. Uma bola fora da Asus, porém, foi transportar pré-instalado o Clean Master, um desses apps otimizadores. Com regularidade, ele alerta que o sistema está sem memória. Porém são quatro, 4, Q-U-A-T-R-O gigabytes! Sim, são 4 GB que são concretamente usados. O grande lance de memória em abundância não é ter sobras, todavia sim ser usada para agilizar a multitarefa. Outro alguém pode falar que este emprego impacta a liberdade da bateria, e não discordo; há comprometimentos ao botar tanta memória num aparelho móvel, todavia isto vale para quase tudo na existência.


Em resumo, não se estresse com este consumo e configure o Clean Master (que não poderá ser desinstalado) para não emitir esses alertas. Além dos 4 GB de RAM, o Zenfone dois vem com um SoC Atom Z3580, da Intel, com 4 núcleos rodando a dois,três GHz. A GPU é uma PowerVR G6430, mesma versão integrada ao não tão novo, contudo ainda competente, SoC A7, da Apple, que equipa iPhone 5s, iPad Air e os dois últimos iPad mini. Essa sopa de letras e números se traduz num funcionamento suave.


  • Clique em "Propriedades"

  • "Real Farm"

  • Clique em um plugin da listagem e selecione Nunca ativar para desativá-lo

  • Memória consumida pelo sql server na atualidade

  • O sql server a toda a hora tentará utilizar TODA a memória ram para servidor hp acessível para cache de páginas

  • TELA: 15.6″ HD 1366 x 768 pixels

  • Ajuste Fino do Servidor MySQL

  • Melhor avaliação no teste PassMark e no 3DMark06 CPU

A tela é enorme, no entanto a resolução é "apenas" Full HD, o que alivia o estresse nos componentes. Pra visualizar um pouco mais deste tema, você poderá acessar o web site melhor referenciado deste cenário, nele tenho certeza que encontrará outras referências tão boas quanto essas, acesse no hiperlink deste website: memória servidor hp https://www.sinergiati.com.br/memoria-ram. O Zenfone dois é, aliás, a prova de que aquele redesenho da tela inicial depois de uma sessão mais intensa é uma questão que potência bruta não decide. Acontece por aqui também, a despeito de configurações tão robustas. É uma coisa que Google e fabricantes necessitam ver novamente num grau mais abstrato.


O Galaxy S6, como prontamente comentei, apesar do funcionamento irretocável é outro em que testemunhei este jeito súbito e, a essa altura, desconforto. Note, mas, que esses engasgos são pontuais e acabam diluídos na experiência, que é bem boa. O Zenfone dois é tão rapidamente, pelo menos perceptualmente, quanto cada topo de linha atual — inclusive com jogos. É um feito e tanto. A câmera principal de treze megapixels do Zenfone 2 é sensacional. Muito melhor, aliás, que a do Zenfone cinco, o que era de se aguardar, visto que ele custa quase o dobro.


O que mais prejudica no dia-a-dia é o alcance dinâmico, dessa forma é agradável sempre opinar o jeito HDR (esse, infelizmente, só manual, sem opção de ativação automática dependendo da cena). A configuração padrão da câmera, aliás, tem algumas estranhezas como a estabilização (por software), desativada, e outros itens confusos, como "Qualidade da imagem", que vem com "Padrão" marcado, todavia oferece a escolha "Fina".


E a "Disparar", que tem as velocidades lenta, rápida, Turbo e desligada, seja lá o que isto for? O funcionamento à noite é menos firme, bem mediano. A Asus adiciona um jeito chamado "Pouca luz" que, aparentemente, se intensifica o tempo de apresentação e usa um pós-processamento mais pesado pra impossibilitar borrões. Até auxílio, no entanto o nível de ruído sobe vertiginosamente e a foto sai com metade da resolução do modo automático. O app da câmera derrapa nos exageros e confusões do tipo. Ainda a respeito da câmera frontal e o app, ele tem incontáveis modos de embelezamento, como é modelo hoje em dia. Fiz um "extreme photoshopping" neste local e subi todas essas opções no máximo.


Claro, claro, o impecável não é fazer essa maluquice, e sim dosar os controles de embelezamento. Contudo é meio bizarro, e um ótimo material para teses ou dissertações antropológicas, como alguns ideais de beldade pesam desse modo e a forma como eles são escancarados pela interface, sem nenhum pudor. Olhos grandes, rosto fino, pele branca… segundo o software da Asus, são aspectos que necessariamente "embelezam" cada pessoa que não os tenham.


O Zenfone 2 vem com o Android 5.0 quase que irreconhecível. Ou melhor, bem estilo Asus, isto é, com transformações estéticas pesadas, um caminhão de aplicativos próprios e, neste momento, apps de terceiros pré-instalados, como o prontamente referido Clean Master e um inexplicável e dispensável clone do Instagram, o ZenCircle. É a antítese da filosofia da Motorola, e uma que eu especificamente não gosto muito.


Há coisas que merecem apreço, especialmente a flexibilidade do launcher: apresenta pra alterar quase tudo, até coisas mínimas como a grade da gaveta de apps. Para que pessoas gosta de mexer nos mínimos dados a final de deixar o celular a tua cara, é um deleite. Para que pessoas, como eu, prefere delegar esse serviço aos designers da corporação (afinal, é para essa finalidade que eles estudaram e são pagos!), é um excesso que não diz muito. Isto não significa que detestei tudo, claro. Escrevi um artigo inteiro sobre o assunto, porém vale fortificar: o Zenfone dois é vasto e pesado. Durante os testes fiquei deveras incomodado com ele no bolso e, em uso, ele chega a cansar a mão.


Apesar de ter uma tela com "apenas" cinco,5 polegadas, é um phablet e precisa ser considerado como tal por potenciais clientes. Aquele botão superior de liga/desliga é desastroso de tão insatisfatório. Acostume-se a ligar o Zenfone 2 com 2 toques na tela e a desligá-lo com 2 toques pela barra de notificações. Pelo menos estes gestos são consistentes — mais, inclusive, do que no concorrente que os inspirou, o G4 da LG.



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