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Hormônios Vegetais: Resumo, Tipos, Funções E Exercícios

"Patricia" (2018-03-03)

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hormio do crescimento

Pouco tempo atrás, escrevi um post sobre o assunto as corridas de distâncias curtas e mencionei meu objetivo para 2013: conquistar os 5K no tempo de 20 minutos. Uma meta que, se está um pouco longe da "elite", ainda é um feito e em tal grau pra um atleta amador como eu, que precisa conciliar treinos com viagens, obrigações profissionais e (por que não?) lazer.


Além do que, convenhamos, com os 40 anos batendo pela porta. Os tempos acima representaram 2 minutos a menos do que meus tempos de 2012, o que significa um bocado. Apesar de ter condições de entrar na moradia dos dezenove min, o inverno agora está chegando e desejo encurtar meus treinos. O propósito do postagem não é vangloriar a respeito de as metas, contudo sim compartilhar um pouco do conhecimento que considero valioso pra que cada pessoa persiga seus ideais.


Uma conquista se fornece com disciplina e um bocado de organização, entretanto existem alguns "insights" que funcionam e que as pessoas não é sempre que percebem como são significativas. Eu nunca quis perder peso demais e comparecer àquele "físico de maratonista" - seco, esquálido, muito comum em corredores de estrada. Outras pessoas conseguem não ligar para isso, mas eu especificamente não acho saudável.


Entretanto, até 2011 eu perseguia inúmeros ideais ao mesmo tempo: queria ser veloz nas provas e conservar a musculatura a todo o momento em dia, desse jeito adotava uma rotina de hipertrofia em conjunto com os treinos de velocidade. Eu não conseguia fazer bem uma coisa, nem outra - a ocorrência de lesões e doenças de imunidade (gripes e resfriados) era contínuo. No fim de 2011, a partir de uma das poucas ideias felizes do meu sócio Juliano (aguenta essa), resolvi dividir meu treinamento em ciclos.


Por não adorar de correr no inverno e adoecer com frequência (Curitiba é uma cidade complicada pra treinos ao ar livre), a primeira providência que tomei foi alterar meus treinos de base pra setembro. Não vejo significado em parar de correr em dezembro, como faz a maioria dos corredores, uma vez que o verão é uma data muito agradável para realizar exercícios.


Eu corro por prazer e não preciso de férias da corrida, somente dos treinos pesados. Durante a apoio, eu mantenho um treino de hipertrofia leve ou média, que não compromete o rendimento. Posteriormente, faço uma dieta para secar gordura e chegar ao nível mínimo no verão, para gerar eficiência no exercício. Em seguida, do começo dos treinos pesados até o fim das provas, musculação passa a ser um mero acessório pra manutenção, com séries leves que não atrapalhem meus treinos e minhas provas.


Tudo é pensado e planejado para privilegiar a corrida. Assim, chego às provas com meu peso mais suave - normalmente por volta de 67kg - o que é muito mais do que pesa um atleta de elite, que poderá ter 10 quilos a menos com facilidade. O peso mais suave faz uma diferença brutal no funcionamento das provas. Proporcionalmente, eu poderia baixar ainda mais o peso e aprimorar meus tempos, no entanto, isto conflitaria com meus objetivos de saúde e equilíbrio.


Em junho, quando começa a esfriar afim de valer, inicio os treinos de aumento de massa muscular com intensidade máxima, objetivando recuperar o músculo perdida no decorrer dos treinos de corrida. Em setembro inicia-se um novo ciclo. Ao longo do tempo, percebi que a maioria das pessoas subestima a importância da nutrição e superestima a importância dos treinos. Muitas comem como "acham" que precisam, evitando nutrientes fundamentais em troca de dietas tolas ou mesmo comendo sem critérios adequados.


Uma parcela dos atletas treina sem superior comprometimento ou pior do que isso, treina exageradamente, 4 ou 5 vezes por semana, em sessões extenuantes que dificultam a recuperação do corpo humano. Overtraining aliado à má nutrição é receita certa pro fracasso. Vários se surpreendem ao saber que eu nunca treinei mais do que três vezes pela semana, no momento em que não apenas duas, por motivos que irão de viagens até clima.


  • Um colher (sopa) de folhas de boldo
  • Português de Brasileiro
  • Exercícios físicos
  • dois morangos picados

Treinar na esteira não é uma opção, porque considero fundamental o treino de rua, especificamente pra perseguir metas agressivas. Ademais, meus treinos em 2013 raramente passaram de 5km por sessão durante o período de performance. Mas, o segredo para treinar pouco é aproveitar intensamente cada treino, doar tudo de si. Uma alimentação controlada é necessária, ingerindo carboidratos, proteínas e nutrientes pela proporção recomendada e nos horários corretos. Encerramento de semana é possível relaxar com a alimentação se no decorrer da semana ela for correta, o que não significa atravessar fome, pelo oposto, alimentar-se de forma sublime é consumir bem. A suplementação com proteína e outros componentes bem como é feita cuidadosamente e sob orientação médica. Eu quase de imediato tinha me esquecido, para compartilhar esse postagem contigo eu me inspirei neste site Primobolan https://dicasdemusculacao.com.br/primobolan-o-esteroide-preferido-de-arnold/, por lá você poderá achar mais informações importantes a esse post.


Assim sendo, naturalmente (sem recorrer a drogas) é possível atingir o máximo de rendimento do corpo. Ao mesmo tempo, a imunidade se mantém alta, evitando doenças. Negligenciar a suplementação, por outro lado, não repondo o desgaste nos horários devidos, torna muito acessível a queda da imunidade. Deste modo, o que muitos atletas não percebem é: comer acertadamente e treinar com eficiência (não quantidade) são 2 requisitos básicos para que pessoas gosta de exercícios.



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